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terça-feira, 16 de setembro de 2008

Hernanes vai melhorar, garante Muricy.

Hernanes perdeu muitos jogos no Brasileirão
Após dizer que o desempenho de Hernanes foi abaixo das expectativas contra o Flamengo, o técnico Muricy Ramaho amenizou o discurso e apostou na evolução do volante nas próximas partidas do São Paulo no Brasileiro.

Uma das razões apontadas pelo técnico é que o atleta ficou muitos jogos fora do time. Foram nove jogos durante o período das Olimpíadas e um (contra o Atlético-MG), por estar com a seleção principal. Apesar disso, Muricy acredita em rápida recuperação técnica do volante.

- Acontece que o jogador fica muito tempo sem jogar, mas alguns fundamentos o atleta tem que ter. No São Paulo, ele é volante que arma e tem de passar bem, e ele pecou justamente nisso - afirmou.

Se Hernanes não rendeu o esperado, o resto do time parece ter agradado. Mas Muricy credita boa parte do sucesso obtido contra o Flamengo ao período livre para treinamentos, fundamental para aperfeiçoar os detalhes da equipe.

- O time jogou taticamente como sempre jogou, não deixando o adversário jogar. Treinaram uma semana para isso e falamos que faríamos um bom jogo. Nao é que achamos um time, é que os jogadores agora estão mais treinados.

Fonte: LANCEPRESS

Chega de enganação, Zé é Seleção!

Caros tricolores tricampeões mundiais, no duelo do único penta contra um tetra deu o maior clube. Aquele que tem estádio, Reffis, concept hall, bar temático, deck. E tem três mundiais!

O mengalinho é nosso freguês de carteirinha. Se os alas deles são jogadores de Seleção, o que dizer de Zé Luís? Léo Moura e Juan são enganações, apenas acima da média. Mas no Rio, viram deuses do futebol. Nem bem o jogo acabou e o Caio “Desculpa pronta” Jr. já apelou. Disse que vai jogar nove vezes no Rio. Ele sempre estuda alguma coisa.

Mas vamos falar dos grandes. São Paulo venceu, Chelsea venceu, Real venceu e Milan perdeu. Se tivéssemos jogado outras partidas como atuamos contra o Fla, o hexa estaria no papo.

Repito: este é o Brasileirão mais fácil da história. Tanto que até o Sr. Retranca Roth e o porquinho podem ganhar. Afe, seria o descrédito da competição!

E o gambazinho? Já está colado na Lusinha...

Fonte: Pedro Henrique Bueno
Lance

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Morumbi 2014

Para receber jogos da Copa de 2014, o estádio passará por uma reforma grandiosa. O clube entregou um relatório detalhado de como será o novo Morumbi. Entre as principais mudanças, estão a redução da capacidade atual de 80 mil para 62 mil pagantes, a construção de uma área coberta no anel superior para a imprensa e a criação de mais vagas para os veículos.

A questão do estacionamento, que era uma das grandes preocupações para que o Morumbi recebesse um jogo de Copa, foi resolvida com a ajuda da CET, que elaborou um documento mostrando que a cidade vai disponibilizar mais de 60 mil vagas externas para quem quiser ir ao jogo de carro. A grande novidade é o projeto de construção de uma área subterrânea.

- O São Paulo pretende fazer uma parceria com a empresa responsável pelo metrô para a construção de um estacionamento subterrâneo para 4 mil carros. Além disso, o documento da CET enumera mais de 60 mil vagas possíveis. Existem mais de 9 mil vagas em um raio de 500 metros do estádio, 33 mil lugares em uma distância de até 5 mil metros, 6 mil nas imediações e mais de 6 mil nas estações de metrô, além de 350 no próprio estádio - conta Carvalho, que cita o relatório elaborado pela CET.

Confira as principais especificações do novo estádio do Morumbi:

* Capacidade: 62.882 pagantes, 565 convidados e cerca de 6 mil lugares para imprensa. O estádio poderá ser usado na abertura ou encerramento da Copa.
* Iluminação: o sistema de iluminação dotado de 256 refletores passará de 1.500 lux para 2.000 lux por ponto.
* Acesso: por uma requisição da Fifa, o estádio terá acessos que vão separar a entrada de espectadores, imprensa, convidados, funcionários da Fifa, funcionários do estádio e organização.
* Túnel de entrada no campo: será aumentado para que as duas equipes entrem juntas.
* Acomodações para imprensa: No térreo, serão disponibilizados um auditório para 150 pessoas, uma zona mista e três estúdios para fotógrafos. No segundo pavimento, haverá uma tribuna para a imprensa escrita com 2 mil lugares e mais 241 assentos para rádio e TV, além de um centro de imprensa com capacidade para 600 jornalistas. No terceiro pavimento, parte da arquibancada superior, na área central, será utilizada para acomodar 60 pontos de rádio e TV e 180 jornalistas. A área será coberta.
* Outras mudanças: construção de heliponto ao lado do ginásio, instalação de geradores, telões de vídeo, placares eletrônicos e sistema de som de última geração.

VÍDEO DO NOVO MORUMBI PARA 2014

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Memorial do São Paulo F.C.

Memorial: glória que não acaba mais.
Num dado momento de sua história, o São Paulo se deu conta de que a lista de seus triunfos era tão extensa que até mesmo para se ter uma noção dela era difícil. Conquistas em todas as quadras, campos e ringues faziam dura a vida de quem precisava ou queria saber quão bela é a alegria sãopaulina.

E assim, em 1994, o presidente José Eduardo Mesquita Pimenta pôde, depois de dez meses de planejamento, inaugurar o Memorial do São Paulo, um espaço onde, finalmente,o sãopaulino teria uma noção do tamanho de sua grandeza, com vitórias em todos os tipos de competição.
Em 1998, o São Paulo expandiria o conceito do Memorial para que atingisse não somente o torcedor tricolor, mas todos os fãs do esporte. Exposições como "85 Anos de Leônidas da Silva", "Um Traço Tricolor" e "Adhemar Ferreira da Silva, o Atleta de Ouro" apaixonaram sãopaulinos e não-sãopaulinos.

O primeiro piso do Memorial expõe os troféus que o São Paulo ganhou em sua história.

Além disso, também exibe objetos pessoais de três lendas Tricolores: o boxeador Éder Jofre, o atacante Leônidas da Silva e o bicampeão olímpico Adhemar Ferreira da Silva.
As paredes são decoradas com retratos de sãopaulinos que foram campeões pela Seleção Brasileira, além de um painel com os maiores ídolos que desfilaram pelos gramados vestindo a camisa Tricolor.
O segundo piso é dedicado às conquistas em todas as quadras. Futsal, aeróbica, judô e outros esportes fazem a alegria do sãopaulino em busca da história. Para finalizar, o visitante ainda assiste uma exibição em vídeo com as grandes conquistas do São Paulo ao longo da história.

Funcionamento:
Memorial do São Paulo F.C.
Av. Giovanni Gronchi, portão 17.
De segunda a sexta das 9 às 16:30 horas.
Aos sábados, domingos e feriados, das 12 às 16h30.

Atenção! O Memorial não abre em dias de jogos.

Morumbi


Estádio Cícero Pompeu de Toledo - Morumbi

Quinze de agosto de mil novecentos e cinqüenta e dois é uma data que terá de ser lembrada para sempre na história do Tricolor. Foi nesse dia que Cícero Pompeu de Toledo - são-paulino histórico - lançou a pedra fundamental daquele que seria o maior estádio particular do planeta Terra por muito tempo.

Toledo não lançou somente a pedra fundamental, com seus sonhos e esperanças para a nação são-paulina. Emprestou também o seu nome para uma aventura que eternizaria a grandeza do São Paulo para sempre.
Em 02 de outubro de 1960, foi realizada a primeira festa de inauguração, com uma partida contra o Sporting Lisboa, vencida pelo São Paulo com um gol de Arnaldo Poffo Garcia, o Peixinho.
O árbitro foi Olten Ayres de Abreu, ex-atleta e são-paulino ilustre, hoje conselheiro vitalício. Uma semana depois, o Tricolor engrossou sua lista de craques com os palmeirenses Djalma Santos e Julinho Botelho, além do corintiano Almir Albuquerque. E mais uma vez o São Paulo saiu vencedor, desta vez por 3 x 0, contra o Nacional de Montevidéu, com gols de Canhoteiro e Gino (2).
Em 25 de janeiro de 1970, pouco menos de 18 anos depois, o clube inaugurava 720 metros de arquibancada e o gigante já era o maior do mundo, com o jogo São Paulo 1 x 1 Porto de Portugal, gols marcados por Waltemiro Fernandes Pessoa (Miruca) e Vieira Nunes, para o Porto. Um gigante que se levantava da terra com 50 mil metros cúbicos de concreto e seis mil toneladas de ferro. O sonho tinha virado realidade, graças ao esforço de muitos são-paulinos, que emprestaram paixão, suor e trabalho.
Nesses cinqüenta anos, o Morumbi sempre foi o palco preferencial das grandes manifestações artísticas e esportivas ocorridas em São Paulo, com destaque para a missa rezada pelo Papa João Paulo II, em 3 de julho de 1980. E acompanhando a evolução, o Morumbi também se modernizou. Diminuiu sua capacidade para 80 mil lugares, visando oferecer total segurança e conforto para seus espectadores, atendendo a determinações da FIFA.
O gramado tem dimensões de 108,00 x 72,00 metros com sistema de irrigação computadorizado e grama tipo bermudas. Há ainda 02 bancos de reservas cobertos com capacidade para até 15 atletas e comissão técnica e 01 abrigo para representantes, totalmente adaptados para campeonatos internacionais. O sistema de iluminação é dotado de 256 projetores que proporciona 1500 LUX de iluminação por ponto. O estádio conta com área para deficientes físicos com 92 lugares para cadeiras de rodas e 102 lugares para acompanhantes. Para o público o Morumbi conta com lanchonetes Habib´s, sistema de som e 2 placares eletrônicos.
No interior do Estádio se situam cinco vestiários sendo 04 para equipes e 01 vestiário para árbitros, 2 auditórios para entrevistas coletivas, departamento de fisioterapia, sala Anti Dooping, tribuna de imprensa térrea totalmente equipada com sala de estar, telefone público, sala de fax, bar e WCs, 06 cabines de rádio e 04 de televisão, 12 tribunas de honra, edifício garagem, posto policial e posto médico emergencial.
No anel intermediário do estádio localiza-se toda a parte administrativa com refeitório, sala de vídeo tape, arquivo, memorial (sala de troféus), salão nobre, auditório para 240 pessoas, incluindo a sala da presidência e salão para reuniões de diretoria.
Dentro deste que é um complexo esportivo de fazer inveja a qualquer clube do mundo, o São Paulo continua seu trabalho de criar craques, formar cidadãos e encher de orgulho uma torcida que desde sempre está acostumada a comemorar conquistas importantes.
Camarote
Coletiva de Imprensa
Banheiros para deficientes
Área VIP
Vestário
Vestiário

terça-feira, 2 de setembro de 2008

São Paulo disponibiliza ingressos para as próximas partidas do Brasileiro

Entradas para os jogos diante do Cruzeiro, Náutico, Vitória, Internacional, Figueirense e Fluminense começam a ser vendidas nesta terça (2)

PROMOÇÃO TORCEDOR PENTACAMPEÃO

O torcedor que apresentar 05 comprovantes de jogo da Timemania terá 50% de desconto no preço do ingresso inteiro de arquibancada.

Já o sócio-torcedor do tricolor que apresentar 05 comprovantes de jogo da Timemania ganhará o ingresso de arquibancada na troca.

Regulamento

1. os comprovantes de jogo Timemania trocados deverão ser de concursos já sorteados, pois serão recolhidos;
2. os comprovantes de jogo Timemania deverão ter o "Coração São Paulo" assinalado;
3. a compra do ingresso deverá ser realizada até o dia anterior da partida;
4. a promoção não é válida para ingressos adquiridos com carteira de estudante;
5. a promoção é válida somente para o setor da arquibancada;
6. troca em todos os pontos de venda.

Promoção válida apenas para os jogos abaixo:

Campeonato Brasileiro

SPFC X FLAMENGO - 14/09/2008
SPFC X CRUZEIRO - 28/09/2008
SPFC X NÁUTICO - 09/10/2008

CAMPEONATO BRASILEIRO 2008

TOTAL DE INGRESSOS PARA CADA JOGO - 63.818

SPFC X CRUZEIRO ESPORTE CLUBE - 28/09/2008 - 16h00
SPFC X CLUBE NAUTICO CAPIBARIBE - 09/10/2008 - 20h30
SPFC X ESPORTE CLUBE VITORIA - 25/10/2008 - 16h00
SPFC X SPORT CLUB INTERNACIONAL - 02/11/2008 - 16h00
SPFC X FIGUEIRENSE FUTEBOL CLUBE - 16/11/2008 - 16h00
SPFC X FLUMINENSE FOOTBALL CLUBE - 30/11/2008 - 16h00

AV. JULES RIMET

PORTÃO 03
Geral Azul R$30,00 e ½ entrada R$15,00

PORTÃO 04
Morumbi Premium Clube R$60,00 e ½ entrada R$30,00

PORTÃO 05
Cativa Azul Proprietário R$20,00
Cadeira Laranja R$30,00 e ½ entrada R$15,00
Cadeira Azul R$60,00 e ½ entrada R$30,00

PORTÃO 06
Sócio-Torcedor R$10,00
Arquibancada Azul e Laranja R$20,00 e ½ entrada R$10,00

AV. GIOVANNI GRONCHI

PORTÃO 15
Arquibancada Vermelha R$20,00 e ½ entrada R$10,00
Arquibancada Amarela R$20,00 e ½ entrada R$10,00 (Torcida Visitante)

PORTÃO 16
Cativa Vermelha Proprietário R$20,00
Cadeira Amarela R$30,00 e ½ entrada R$15,00

PORTÃO 17
Geral Vermelha - Deficientes entrada gratuita - acompanhantes ingressos R$30,00 e ½ entrada R$15,00

PORTÃO 18
Geral Vermelha R$30,00 e ½ entrada R$15,00

PONTOS DE VENDA - vendas a partir do dia 02 de setembro - segunda a sexta, das 11 às 17 horas.

Site:www.ingressofacil.com.br

Estádio do Morumbi - Bilheteria 3 - Praça Roberto Gomes Pedrosa, s/n - de segunda a sábado, das 11 às 17 horas. No dia do jogo até o início da partida.
Estádio do Pacaembu - Praça Charles Muller, s/n - de segunda a sábado, das 11 às 17 horas. Dia do jogo das 10h às 16h
Ginásio Ibirapuera - Rua Manoel da Nóbrega, s/n - de segunda a sábado, das 11 às 17 horas. Dia do jogo das 10h às 16h
Pitta Sports - Rua Silva Bueno, 1156 - Ipiranga - de segunda a sexta, das 11 às 17 horas. Aos sábados, das 09h às 14h.
Estádio Bruno José Daniel - R. 24 de Maio, s/n - Santo André - de segunda a sexta, das 11 às 17 horas. Aos sábados, das 10h às 16h.
Ginásio de Esportes José Correia - Av. Guilherme P. Guglielmo, 1000 - Bilheteria A. - Barueri - de segunda a sábado, das 11 às 17 horas.
Estádio do Canindé - Portão 07 Comendador Nestor Pereira, 33 - de segunda a sábado, das 11 às 17 horas.

MAIS INFORMAÇÕES

Venda de ingressos para os associados do clube, na Tesouraria Social (portão 07) para os setores da arquibancada azul, cadeira laranja e geral vermelha 05 dias antes de cada jogo.

Assistente do Tri, Aloísio se despede do São Paulo



O atacante Aloísio se despediu do São Paulo na tarde desta terça-feira (02). O jogador, que estava no clube há quase três anos, irá defender o Al Rayyan, do Qatar, clube com o qual assinou um compromisso por 11 meses.

Nesse período no Tricolor, Aloísio conquistou importantes títulos e um espaço reservado no coração dos são-paulinos. Chulapa, como era conhecido, sempre foi um dos atletas mais queridos do elenco e responsável por animar o grupo em momentos adversos.

Boa praça, simples e com um coração do tamanho do mundo, Aloísio com certeza deixará muitas saudades pelos lados do Tricolor.

"Ele sempre foi um dos atletas mais queridos do grupo. Se relacionava bem com todo mundo e sempre estava pronto para ajudar. Com certeza fará muita falta", explicou o meio-campista Hugo.

O técnico Muricy Ramalho, chamado de paizão pelo próprio jogador, ressaltou também a importância dessa oportunidade para o atacante.

"O Aloísio já está com 33 anos e precisa pensar no futuro, quando não estiver mais atuando. Era uma proposta muito boa e que não poderia ser descartada. Ele merece. Espero que ajude o futuro dele. O São Paulo sempre soube prestigiar seus jogadores e com ele não poderia ser diferente. Fez muito bem em liberá-lo", completa Muricy.

No Tricolor desde o final de 2005, Aloísio conquistou o Mundial de Clubes e dois Campeonatos Brasileiros, além do vice-campeonato da Copa Libertadores da América. Ao todo, disputou 124 jogos e marcou 23 gols pelo São Paulo.

A Diretoria do clube planejava homenagear o atacante no último domingo, antes do clássico contra o Santos, mas Aloísio precisou viajar para Maceió para ficar com seus familiares. Na ocasião, Rogério Ceni entrou com uma camisa do companheiro, ressaltando a importância de Aloísio para o clube e principalmente para o grupo.

Em entrevista coletiva o atacante explicou os motivos que o levaram a aceitar uma proposta do Qatar, agradeceu a oportunidade de ter jogado em seu clube de coração e se emocionou ao falar de Muricy Ramalho, Rogério Ceni e sobre o título do Mundial de Clubes.

Veja abaixo os principais trechos da entrevista de Aloísio

Adeus

O importante é você sair de cabeça erguida, sabendo que você deixou uma imagem muito boa nesse clube que todo o jogador sonha em jogar. Agora é bola pra frente, vou jogar lá fora, mas o meu coração vai ser sempre são-paulino. Desde pequeno eu torço pra esse clube maravilhoso e vai ser assim pro resto da vida.

Agradecimento

Não vou chorar, não (risos). Eu vivi três anos neste clube maravilhoso e tenho de agradecer ao presidente, à diretoria, à torcida, à comissão e principalmente ao Muricy, que não foi só um treinador, mas um pai para mim.

Muricy

Com certeza é o principal técnico da minha carreira. Sempre falei pra ele, principalmente na hora que eu via que não estava muito bem, sempre falava com ele, ele me explicava as coisas como um pai explica para um filho. Eu agradeço muito, de coração.

Rogério Ceni

Quero agradecer a homenagem do Rogério e do grupo. Falei para o patrão que vou embora feliz por ter jogado com um dos maiores goleiros do mundo. Muitas vezes deixava de chutar algumas bolas para dar aquela caidinha para ele cobrar falta e fazer gol. Uma das melhores memórias que vou levar é a do Mundial, quando fizemos 1 a 0 e ele fechou o gol depois. Fez defesas que jamais eu tinha visto na minha vida.

Reconhecimento

Tenho o reconhecimento do torcedor porque sou um atleta que joga para o grupo e para a torcida. Marcando ou não os gols, o importante é sempre a vitória. Só queria vencer, ganhar títulos e ver a torcida feliz. Saía de campo muito triste quando não conseguia isso.

Artilheiro

Fui ao Mundial e fomos campeões com passe que dei para o Mineiro. Conquistei um Brasileiro com cinco gols (2006) e outro com seis (2007). Alguns jogadores que fizeram muitos gols não conquistaram o que conquistei. Quero ser campeão independente se eu faça um ou dois gols.

Substituto

Quando encontramos o grupo de cabeça baixa temos que fazer de tudo pra animá-los e estarmos bem para a próxima partida. O grupo todo tem pessoas que podem ajudar em momentos ruins, porque um aqui sempre motiva o outro, brinca com o outro. O São Paulo é uma família, vou levar isso no coração.

Simplicidade

Eu acho que o importante do jogador é ele ter humildade, respeito e caráter. Você não vive só de vitórias, mas também de derrotas e empates. Quando temos derrota temos que aprender a lidar com isso.

Opção pelo Qatar

Este interesse do clube já vem desde o ano passado. No início do ano não deu certo porque tinha que liberar um estrangeiro. Agora liberaram o Thiago para o Cruzeiro e me chamaram novamente.

Oportunidade

Estou indo principalmente pelas criancinhas da creche lá de Atalaia. Estava conversando com a minha mãe e falei pra ela que as compras das crianças vão aumentar um pouco, que o mercado vai vender um pouco mais. O mais importante é ter saúde e amigos. O dinheiro é bom quando precisamos, mas acho que o importante é você ser feliz, ter saúde pra viver até onde Deus quiser.

Adaptação ao Qatar

Acho que dá para me acostumar numa boa. Joguei quatro anos na França, dois na Rússia, já estou acostumado com as diferenças. Sempre me falaram muito bem de lá, que é um lugar muito bom. Espero que nesses onze meses que estarei lá tudo de bom aconteça pra mim.

Paulo Autuori

Ele pediu a minha contratação principalmente pela confiança. Eu dependi muito dele para ir para o Mundial. Na época aqui tinham jogadores de nível de Seleção Brasileira, como Christian e o Grafite, que já estavam há mais tempo, mas eu cheguei e ele me colocou pra jogar ao lado do Amoroso. Agora é chegar lá e trabalhar para agradá-lo dentro de campo o mais rápido possível. Vai ser muito bom voltar a trabalhar com ele.

Dançinha no Qatar?

Acho que o povo lá não vai entender nada. Mas com certeza se fizer dança vou mandar vir pra cá o vídeo pra vocês rirem comigo.

São Paulo terá de se reforçar no Brasil

A janela de transferências internacionais chegou ao fim nesta segunda-feira e o São Paulo não trouxe o meio-de-campo que Muricy esperava. Agora, se o Tricolor repetir a estratégia dos últimos anos, os reforços que chegarem não serão titulares. E todos terão de ser “made in Brasil”.

Como as transferências internacionais só serão permitidas a partir de janeiro, os dirigentes abrem os olhos para as Série B e C. Poucas opções sobraram na Primeira Divisão, já que a maior parte dos bons jogadores fizeram sete jogos por seus times. Nas últimas duas temporadas, o Sampa apostou em jogadores que atuavam na Série C.

Em 2006, o atacante Edgar trocou o Joinville-SC pelo São Paulo. Disputou três jogos e, depois que seu vínculo de três meses acabou, o Tricolor resolveu não contratá-lo. O mesmo ocorreu em 2007 com Danilo Silva. Chegou em setembro, assinou por um trimestre e foi pouco utilizado por Muricy no Nacional. Quando o torneio acabou, ele saiu.

– Tentamos alguns jogadores, como o Lincoln (do Galatasaray-TUR) e o Willian (do Shakhtar-UCR) mas não deu certo. Agora sobrou o mercado interno, mas acho muito difícil chegar alguém – comentou Muricy.

Em 2004 e 2005 o São Paulo também trouxe jogadores que atuavam no país. Alex Bruno e Ramalho vieram do Santo André, além de Nildo, na época no Santa Cruz. Já antes da disputa do Mundial de Clubes, o Tricolor trouxe Aloísio, do Atlético-PR e Bosco, do Fortaleza. Thiago Ribeiro, 19, chegou do Rio Branco-AC.

Adotando uma política de poucos gastos, o Sampa deve repetir a estratégia de 2003: promover garotos da base. Kléber, Edcarlos, Fábio Santos e Marco Antônio foram as apostas.

Alívio com o fim da janela

A diretoria do São Paulo ficou aliviada após o fechamento da janela de transferências internacionais. O elenco não sofreu nenhuma perda significativa. Alex Silva foi embora, mas Rodrigo e Anderson chegaram para fortalecer a zaga. Além disso, o novo reforço do Hamburgo (ALE) rendeu R$ 6,5 milhões.

No ataque, Aloísio, que não vivia boa fase, foi embora e o Al-Rayyan, do Qatar, pagou R$ 1,6 milhão pela liberação do camisa 14. Para o lugar do campeão mundial, antes mesmo de ele sair, o Sampa acertou com André Lima, que estava no Hertha Berlin (ALE). Mas o maior alívio foi a permanência de Hernanes, sondado pelo Barcelona (ESP).

CAMPEÃO DA LIBERTADORES 2005

1ª Decisão
Atlético-PR 1
SPFC 1

Data: 06 de julho de 2005
Local: Estádio Beira Rio – Porto Alegre (RS)
Juiz: Jorge Larrionda (Uruguai)
Time SPFC: Rogério Ceni; Fabão, Alex e Diego Lugano; Mineiro, Josué, Junior, Cicinho e Danilo; Luizão e Amoroso. Técnico: Paulo Autuori
Atlético-PR: Diego; Jancarlos (André Rocha), Danilo, Durval e Marcão; Cocito, Alan Bahia, Fabrício e Fernandinho (Evandro); Lima e Aloísio. Técnico: Antônio Lopes
Gols: Aloísio e Durval (contra)

2ª Decisão
SPFC 4
Atlético-PR 0

Data: 14 de julho de 2005
Local: Estádio do Morumbi
Juiz: Horácio Elizondo (Argentina)
Público: 71.986 pagantes
Time SPFC: Rogério Ceni; Fabão, Alex e Diego Lugano; Mineiro, Josué, Junior (Fabio Santos), Cicinho e Danilo; Luizão (Souza) e Amoroso (Diego Tardelli). Técnico: Paulo Autuori
Atlético-PR: Diego; Jancarlos, Danilo, Durval e Marcão (Rodrigo); Cocito, André Rocha (Alan Bahia), Fabrício e Evandro; Lima (Fernandinho) e Aloísio. Técnico: Antônio Lopes
Gols: Amoroso, Fabão, Luizão e Diego Tardelli

1ª FASE (classificatória)

The Strongest 3 x 3 SPFC
SPFC 4 x 2 Univ. do Chile
Quilmes 2 x 2 SPFC
SPFC 3 x 1 Quilmes
Univ. do Chile 1 x 1 SPFC
SPFC 3 x 0 The Strongest

2ª FASE (oitavas de final)

Palmeiras 0 x 1 SPFC
SPFC 2 x 0 Palmeiras

3ª FASE (quartas de final)

SPFC 4 x 0 Tigres
Tigres 2 x 1 São Paulo

4ª FASE (semifinal)

SPFC 2 x 0 River Plate
River Plate 2 x 3 SPFC

5ª FASE (final)

Atlético-PR 1 x 1 SPFC
SPFC 4 x 0 Atlético-PR

CAMPEÃO DA LIBERTADORES 1993

1ª DECISÃO
SÃO PAULO 5
UNIVER. CATÓLICA 1

São Paulo: Zetti - Vítor (Catê), Válber, Gilmar, Ronaldo Luiz (André Luiz), Pintado, Dinho, Raí, Cafu, Palhinha, Muller.
Universidad Católica: Wirth - Romero, S. Vázquez, D. López (Barrera), Contreras, Lunari, Lepe, Parraguez, Tupper, Luis Pérez (G. Reinoso), Almada.

Estádio: Morumbi, São Paulo
Data: 19-05-1993.
Público: 100.000 espectadores.
Juiz: José Torres,Colômbia
Gols: D. López (contra), Vítor, Gilmar, Raí, Muller (São Paulo); Almada (Universidad)

2ª DECISÃO
UNIVER. CATÓLICA 2
SÃO PAULO 0

Universidad Católica: Wirth - Romero, S. Vázquez, Contreras (J.S. Cardozo), Parraguez, Lepe, Luis Pérez, Tupper (G. Reinoso), Barrera, Lunari, Almada.
São Paulo: Zetti - Vítor (Toninho Cerezo), Válber, Gilmar, Marcos Adriano, Dinho, Pintado, Cafu, Raí, Palhinha, Muller.

Estádio: Nacional, Santiago
Data: 26-05-1993
Público: 45.000 espectadores. Juiz: Juan Escobar, Paraguai
Gols: Lunari e Almada

O título sul-americano de 1992, deu ao São Paulo a vantagem de começar a correr atrás do bi da Taça Libertadores, somente a partir da segunda fase do torneio. Os argentinos do Newell's Old Boys, a primeira pedra no caminho, eram velhos conhecidos: derrotados nos pênaltis pelo próprio tricolor, na decisão de 1992, agora juravam vingança. O máximo que conseguiram, no entanto, foi um 2 x 0, em Rosário na primeira partida. Isso porque no jogo de volta, no Morumbi, o tricolor precisava no mínimo de dois gols para levar a decisão da vaga para os pênaltis. E, no fim, acabou fazendo muito mais. Exatamente o dobro, 4 x 0, em uma noite de gala e gols de Raí (2), Cafu e Dinho. Era só o começo de uma campanha inesquecível.

Um tira teima doméstico, entre o tricolor papão de títulos e o Flamengo, dono da única glória que o São Paulo havia deixado escapar na última temporada: o título brasileiro. No Maracanã, o time deu-se ao luxo de perder gols impossíveis: resultado, 1 x 1. Mas, jogando em casa, liquidou a fatura. Nem a violência do zagueiro Júnior Baiano, que acertou uma cotovelada desleal em Gilmar, parava a Máquina Mortífera: 2 x 0.

Na hora de brigar pelo direito de ir às finais, contra o Cerro Porteño, do Paraguai, uma desagradável surpresa: com o remanejamento dos grupos na fase anterior, para que os clubes do mesmo país se defrontassem antes das semifinais, o São Paulo havia sido deslocado de sua posição original na tabela. Com isso, perdeu o direito de decidir a vaga em casa contra o Cerro, um time recheado de brasileiros. Se não bastasse, caso o tricolor sobrevivesse, a decisão do título também aconteceria fora de casa. Contra tudo e contra todos, o São Paulo chegou lá. O magro 1 x 0 no primeiro jogo, no Morumbi, até preocupou. Porém, na partida de volta, Ronaldo Luís estava na cobertura de Zetti, e, como já fizera na decisão do Mundial, contra o Barcelona, em Tóquio, e no jogo final do Paulistão de 1992, contra o Palmeiras, salvou um gol certo em cima da linha, garantindo o 0 x 0 em Assunção e carimbando o passaporte do bi.

Nunca uma partida final de Libertadores terminara com um resultado tão dilatado. O bom time do Universidad Católica, do Chile, que havia eliminado o forte América da Colômbia, até que chegou mesmo a equilibrar as coisas nos primeiros minutos do jogo. Mas não resistiu à apoteose de uma equipe próxima da perfeição, que, com espantosa facilidade, tocou a bola até fazer dois, três. quatro, cinco gols, fechando o marcador em 5 x 1. O técnico do Universidad Católica, Ignácio Prieto, dizia fascinado: "O São Paulo é um time de mestres! Uma equipe iluminada".

Na volta, em Santiago, todos sabiam: já não havia mais nada que o adversário pudesse fazer para impedir - trinta anos depois do feito do Santos de Pelé - um novo bi brasileiro na Libertadores. O São Paulo era outra vez o rei da América.

OITAVAS DE FINAIS

07/04/93 Newll's Old Boys 2x0 São Paulo
06/05/92 São Paulo 4x0 Newll's Old Boys

QUARTAS DE FINAIS

21/04/93 Flamengo 1x1 São Paulo
28/04/93 São Paulo 2x0 Flamengo

SEMI FINAL

05/05/93 São Paulo 1x0 Cerro Porteño
12/05/93 Cerro Porteño 0x0 São Paulo

FINAL

19/05/93 São Paulo 5x1 Universidad Catolica
26/05/93 Universidad Catolica 2x0 São Paulo

CAMPEÃO DA LIBERTADORES 1992

NEWELL'S OLS BOYS 1
SÃO PAULO 0

Newell’s: Scoponi - Raggio, Gamboa, Pochettino, Saldaña, Berti, Berisso, Martino (Garfagnoli) - Zamora, Lunari, A Mendoza (Domizi)
São Paulo: Zetti - Cafu, Antônio Carlos, Ronaldo, Ivan - Adilson, Pintado, Raí - Muller, Palhinha (Macedo), Elivélton

Estádio: Rosario Central, Rosario
Data: 10-06-1992,
Público: 45.000 espectadores.
Juiz: Hernán Silva, Chile
Gol: Berizzo

2º DECISÃO
SÃO PAULO 1
NEWELL'S OLS BOYS 0

São Paulo: Zetti - Cafu, Antônio Carlos, Ronaldo, Ivan, Adilson, Pinado, Raí, Palhinha, Muller (Macedo), Elivélton
Newell’s: Scoponi - Saldaña , Gamboa, Pochettino, Berizzo, Llop, Berti, Martino (Domizzi), Lunari, Zamora, A Mendoza

Estádio: Morumbi, São Paulo
Data: 17-06-1992
Público: 105.000 espectadores
Juiz: José J. Torres, Colômbia
Gol: Raí

Definição por pênaltis

São Paulo: Raí, Ivan, Cafu (convertidos), Ronaldo (defendido)

Newell's: Zamora, Llop (convertidos); Berisso, Mendoza (desviados); Gamboa (defendido)

Artilheiro da competição:
Palhinha (São Paulo), 7 gols

Classificado para a Taça Libertadores de 1992, o São Paulo reconquistava o direito de sonhar com o título sul-americano e, quem sabe, estar no Japão, enfrentando o campeão europeu pelo mundial interclubes. Um desejo acalentado pela última vez em 1987, a partir do time de Pita, Careca & Cia., campeão brasileiro de 1986.

Quem sabe não seria agora a vez do tricolor? O São Paulo atravessou o segundo semestre de 91 contando os dias que o separavam do grande desafio. Período em que também não faltavam motivos para desanimar, pois nesse meio tempo o SPFC conquistou o Campeonato Paulista, jogando um belo futebol. Telê, considerado peça-chave para o sucesso do time na Libertadores, várias vezes ameaçou abandonar o futebol. Acabou ficando, mas craques que a torcida não admitia perder, como Leonardo e Ricardo Rocha, estavam de malas prontas para jogar na Espanha. Repetia-se o desespero da torcida, o fenômeno de 1987, quando Careca foi para o Napoli e desfalcou o time na Libertadores.

O Tricolor entrou na disputa do Módulo Amarelo, o grupo menos nobre do Paulistão de 91. O que logo se transformou em vantagem: longe do burburinho que agitava os clubes do Grupo A, Telê foi armando o time a sua imagem e semelhança: uma equipe preocupada em marcar gols e dar espetáculo. Efetivou Ronaldo na quarta-zaga, posição em que o jogador depois chegaria à seleção. Mas só se falava de Corinthians, Palmeiras e Santos, enquanto o São Paulo somava pontos contra equipes inferiores. Nas finais quando os papões acordaram, o harmonioso São Paulo eliminou Palmeiras, Corinthians e faturou o Paulistão. As dúvidas só voltariam em 1992, ano de agenda cheia. Seria melhor dar prioridade à Taça Libertadores ou au Campeonato Brasileiro?

Na dúvida, Telê manda um time misto para Criciúma (derrota de 3 x 0 ) e, menos de 48 horas depois, é goleado por 4 x 0 pelo Palmeiras.

Ficou a lição: agora a meta era o mundo. O preparador físico Moracy Santana elabora então um plano de condicionamento aos atletas, preocupado com a altitude da Bolívia, terra de San José e Bolívar, os adversários do grupo junto com o Criciúma.

O resultado? Três pontos fora, mais cinco em casa e o segundo lugar do grupo (nessa época vitória computava dois pontos apenas). O suficiente para escapar de um adversário peruano na fase seguinte - afinal, em tempos de cólera, enfrentar o Nacional de Montevidéu é muito mais saudável.

Na arrancada para o título, ficam no caminho não só o próprio Nacional, como novamente o Criciúma e o Barcelona do Equador. Palhinha já é uma realidade como artilheiro do time e da Libertadores. Mas somente quando soa o apito final de um jogo em Guaiaquil, em que o tricolor podia perder do Barcelona por dois gols de diferença e foi derrotado por 2 x 0, é que o sonho pareceu estar mais perto.

No primeiro jogo da final, contra os argentinos do Newell's um pênalti, daqueles que só são marcados a favor do dono da casa, obrigou o time a ir para o tudo ou nada no Morumbi. Se ganhasse por uma diferença de mais de dois gols, o São Paulo levava o título. Com apenas um gol de diferença, só se fosse nos pênaltys. O sofrido tempo normal teve um final feliz. Macedo entrou para decidir, invadindo a área argentina até sofrer um pênalti salvador. Raí cobrou com perfeição e levou a decisão para as penalidades. Aí o Morumbi viu de novo, um ano depois, um lance tão importante quanto o gol de Tilico, que abriu as portas para a Libertadores: a defesa de Zetti, segurando firme o pênalti decisivo de Gamboa. O São Paulo se consagrava campeão da América e a torcida Tricolor ia a loucura, invadindo o campo e fazendo uma festa jamais vista em campos brasileiros.


PRIMEIRA FASE

06/03/92 Criciuma 3 x 0 São Paulo
17/03/92 San Jose 0x3 São Paulo
20/03/92 Bolívar 1x1 São Paulo
01/04/92 São Paulo 4x0 Criciuma
07/04/92 São Paulo 1x1 San Jose
14/04/92 São Paulo 2x0 Bolívar

OITAVAS DE FINAIS

28/04/92 Nacional 0x1 São Paulo
06/05/92 São Paulo 2x0 Nacional

QUARTAS DE FINAIS

13/05/92 São Paulo 1x0 Criciuma
20/05/92 Criciuma 1x1 São Paulo

SEMI FINAL

27/05/92 São Paulo 3x0 Barcelona
03/06/92 Barcelona 2x0 São Paulo

FINAL

10/06/92 Newell's Old Boys 1x0 São Paulo
17/06/92 São Paulo 1x0 Newell's Old Boys

CAMPEÃO MUNDIAL 2005

SÃO PAULO 1
LIVERPOOL 0

Data/Hora: 18 de dezembro de 2005
Local: Estádio Internacional de Yokohama, Yokohama (Japão)
Juiz: Benito Armando Archundia (México)
Público: 66.821 pagantes
Gol: Mineiro aos 26 minutos do primeiro tempo

SPFC: Rogério Ceni; Fabão, Lugano e Edcarlos; Cicinho, Mineiro, Josué, Danilo e Júnior; Amoroso e Aloísio (Aloísio - 29'/2ºT).
Técnico: Paulo Autuori

Liverpool: Reina, Finnan, Hyypia, Carragher e Warnock (Riise - 33'/2ºT); Sissoko (Sinama - 33'/2ºT), Xabi Alonso, Gerrard e Luis Garcia; Kewell e Morientes (Crouch - 39'/2ºT). Técnico: Rafael Benítez

O torcedor do São Paulo teve uma manhã de domingo de sofrimento, mas inesquecível. O clube do Morumbi demonstrou uma garra impressionante em campo e conseguiu desbancar o favorito Liverpool na final do Mundial de Clubes. A partida no Estádio Internacional de Yokohama terminou com o placar de 1 a 0.

O herói do título foi o volante Mineiro, que marcou o gol do título no primeiro tempo. Mas destaque também para as atuações do goleiro Rogério Ceni, que fez defesas impressionantes no segundo tempo, e do zagueiro Lugano, perfeito no sistema defensivo.

No segundo tempo, entretanto, o Tricolor praticamente não atacou. Mas a raça prevaleceu para a equipe comandada pelo técnico Paulo Autuori. O Liverpool tentou atacar de todas as formas, com a entrada até do gigante Crouch, de 2 metros de altura, mas não conseguiu furar a firme defesa são-paulina.

Favorito ao título, o Liverpool começou com tudo a decisão. No primeiro lance, os ingleses já assustaram. Depois do cruzamento da direita, Morientes cabeceou bem próximo da meta do goleiro Rogério Ceni. Porém, um lance curioso parou a partida por alguns instantes. Um torcedor invadiu o campo e ficou preso nas redes do gol brasileiro.

De volta ao confronto após quatro minutos de paralisação, o São Paulo demonstrou um certo nervosismo no início. O Tricolor não conseguia tocar a bola no meio-campo e insistia nos chutões. Mas aos poucos, os brasileiros foram entrando no jogo. A primeira chance dos paulistas veio aos 21 minutos, quando Amoroso tabelou com Aloísio e bateu da entrada da área. Reina fez importante defesa.

Confortável em campo, o Tricolor resolveu acabar com a invencibilidade de 11 jogos da defesa adversária. Aos 26 minutos, Mineiro foi lançado nas costas da zaga por Aloísio e tocou na saída de Reina. Em desvantagem, o Liverpool resolveu apostar nas bolas aéreas. A partir daí, o espanhol Luís Garcia apareceu no jogo com três finalizações de cabeça, acertando até uma bola na trave do Tricolor.

No segundo tempo, o Liverpool partiu com tudo para tentar o empate e encurralou o São Paulo. Aos sete minutos, Gerrard cobrou falta da intermediária e Rogério fez grande defesa no ângulo. Pouco depois, Kewell cruzou da esquerda, a bola saiu fechada e o arqueiro tricolor, em belo dia, fez outra excelente intervenção.

Aos 19 minutos, a defesa mais bonita do capitão são-paulino. Garcia foi lançado nas costas da zaga e mandou uma bomba para o gol. Rogério fez outro milagre com a mão esquerda. Preocupado com o sufoco inglês, o técnico Paulo Autuori promoveu a entrada de Grafite no lugar de Aloísio.

O Liverpool respondeu abrindo mais o time, com as presenças do atacante Sinama e do grandalhão Crouch, para explorar as jogadas aéreas. No abafa, os ingleses assustaram até o final. Mas o São Paulo se segurou na defesa e comemorou o terceiro título mundial.

CAMPEÃO MUNDIAL 1993

SÃO PAULO 3
MILAN (ITA) 2

Data: 12 de dezembro de 1993
Local: Estádio Nacional (Tóquio)
Juiz: Joel Quiniou (França)
Gols: Palhinha, 19 do primeiro; Masaro 3, Cerezo 14, Papin 36 e Muller 41 do segundo tempo.
Cartões amarelos: Ronaldão, Toninho Cerezo e Papin.

São Paulo F.C.: Zetti, Cafu, Válber, Ronaldão e André; Doriva, Dinho, Toninho Cerezo e Leonardo; Muller e Palhinha (Juninho). Técnico: Telê Santana.

AC Milan: Rossi, Panucci, Costacurta, Baresi e Maldini; Albertini (Orlando), Desailly, Donadoni e Massaro; Papin e Raducioiu (Tassoti). Técnico: Fábio Capello.

Quando o francês Joel Quiniou apitou o final da partida contra o Milan, o capitão Ronaldo chutou a moderação para o alto e falou: "No ano passado, o super time era o Barcelona, mas viemos a Tóquio e ganhamos deles. Este ano, o supertime era o Milan, e também vencemos. Então eu pergunto: se eles são os supertimes, o que é o São Paulo, afinal? Gostaria que me respondessem." O zagueiro tricolor tinha razão de sobra para ser irônico. Pela segunda vez consecutiva, o São Paulo chegou a Tóquio para disputar a Toyota Cup como azarão aos olhos da imprensa internacional.

E pela segunda vez consecutiva o time do técnico Telê Santana despachou o adversário, sem deixar qualquer dúvida de qual era o melhor time. Desta vez, a vítima foi o todo poderoso Milan, tricampeão do Mundo (1969, 1989/90). O Milan do elenco multinacional, da fama de melhor time do mundo. Apesar de todos esses atributos, a equipe italiana não conseguiu conter o talento, a garra e a sorte do tricolor do Morumbi. "Eles pensam que são bons, mas não são", desdenha Müller, o autor do terceiro gol da vitória por 3 x 2, o histórico gol do bicampeonato. "O melhor do mundo é o São Paulo! Provamos isso duas vezes."

Assim como Ronaldo, Müller costumava evitar críticas mais contundentes aos adversários. No entanto, a emoção de marcar o gol do título em cima dos famosos - e, dentro de campo, cheios de empáfia - Baresi e Costacurta, desatou de vez o nó do comedimento. Não era para menos. Aos 41 minutos do segundo tempo, o incansável Toninho Cerezo esticou um lançamento. O lance estava mais para o goleiro Rossi. Na disputa da jogada, porém, Müller acabou fazendo um gol de letra. "Aconteceu um incidente com o nosso galeiro", lamentava o técnico do Milan, Fabio Capello. E daí? O São Paulo devorador de títulos agora era bicampeão do mundo. Na garra, nos contra ataques fatais e - por que não? - também com alguma sorte. "Estávamos mesmo num dia de alto astral", confirmava o meia Leonardo depois da partida. "O Milan empatava, agente corria atrás e fazia mais um gol na hora certa. Nem sei como o Müller marcou aquele gol, só sei que o título é nosso."

Depois de 94 partidas em um ano, o São Paulo topou com um páreo duríssimo. Espectadores dos 161 países para os quais o jogo foi transmitido viram um Milan poderoso. "O time não tem a qualidade técnica do Barcelona de 92, mas é mais perigoso, mais aguerrido", analisava Telê Santana, depois da partida. De fato a equipe italiana assimilou bem o golpe do gol de Palhinha, aos 19 minutos do primeiro tempo e partiu para o ataque. Só conseguiu empatar aos 3 do segundo, através de Massaro, quando dominava o jogo. Onze minutos depois, porém, Leonardo, num lance de rapidez e categoria, safou-se do lateral Panucci e cruzou para Cerezo colocar o São Paulo novamente na frente.

O Milan mais uma vez não se entregou. Numa cabeçada de Papin, aos 36, chegou ao empate. A prorrogação parecia ser, então, o capítulo seguinte da Toyota Cup. Mas não. O bendito calcanhar de Müller, aos 41, decretou que aquele capítulo da história tricolor teria um final feliz. E, com ele, surgiram respostas para a pergunta levantada pelo desabafo do zagueiro Ronaldão. O que é o São Paulo afinal? "Um time que equilibra talento e aplicação tática na mesma proporção", respondia Zico, que foi ao estádio abraçar os são-paulinos. "Uma equipe que sabe jogar à italiana, com muita marcação", admitia Capello, o técnico perdedor. "Um time que ganha títulos jogando na bola, sem apelar para a cera e o antijogo", sentenciava Telê, na sua eterna cruzada de fazer do Futebol um espetáculo e não uma guerra. Acima de tudo isso, o São Paulo deste início da década de 90 é um supertime capaz de ganhar 4 grandes torneios internacionais no mesmo ano (Libertadores, Recopa, Supercopa e Mundial Interclubes) e de detonar adversários sem se preocupar com a cor da camisa, a conta bancária ou o tamanho de sua fama. Uma superequipe para a História, a única do país do futebol a igualar-se ao Santos de Pelé. O São Paulo de Telê se consagra 30 anos depois do Santos de Pelé, sobre o mesmo Milan, bicampeão do mundo. Muito justo, portanto, que o tricolor tenha agora o mundo aos seus pés.

CAMPEÃO MUNDIAL 1992

SÃO PAULO 2
BARCELONA 1

Data: 13 de dezembro de 1992
Local: Estádio Nacional (Tóquio)
Juiz: Juan Carlos Lostau (Argentina)
Gols: Stoichkov aos 12, Raí aos 27 do primeiro
e Raí aos 34 do segundo tempo.
Cartões amarelos: Ronaldão, Toninho Cerezo, Beguiristain e Goicoechea.

São Paulo F.C.: Zetti, Vítor, Adílson, Ronaldão e Ronaldo Luís; Pintado, Toninho Cerezo (Dinho) e Raí; Cafu, Muller e Palhinha. Técnico: Telê Santana.

FC Barcelona: Zubizarreta, Koeman, Ferrer e Eusébio; Amor, Bakero (Goicoechea), Guardiola e Witschge; Micahel Laudrup, Stoichkov e Beguiristain (Nadal). Técnico: Johan
Cruyiff.

Tóquio jamais havia conhecido festa semelhante. Bastou o juiz argentino Juan Carlos Loustau apanhar a bola nos pés de Cafu e decretar o final do jogo para dezenas de torcedores brasileiros e japoneses, de rostos pintados de vermelho, branco e preto, invadirem o gramado, tal qual haviam feito na final da Libertadores. Pela primeira vez era quebrado o esquema de segurança do Estádio Nacional, e o campo se tornou palco de um carnaval inesquecível. A partir do apito final, Raí, Müller, Cafu, Cerezo e Cia. deixavam de ser simples mortais. Passaram a categoria de deuses da bola, e para sempre; páginas da história, não só do clube como futebol brasileiro e do mundo.

Não importou sequer o susto oferecido aos tricolores pelo gol de abertura, marcado por Stoichkov aos 12 minutos do primeiro tempo, acabando de vez com uma longa fase de estudo entre as duas equipes. Talvez tenha sido esse o grande erro do time comandado pelo holandês Johan Cruyjff. Afinal, em desvantagem no marcador os tricolores tiveram seus brios despertados, partindo para o ataque como feras em busca de seu alimento preferido: o gol.

Primeiro com Raí, aos 17 minutos, que enfiou uma bola entre as pernas do meia Bakero, e cruzou na medida. Palhinha, porém desperdiçou a chance. Depois, foi a vez de um cruzamento traiçoeiro de Ronaldo Luís, pegando de surpresa o goleiro Zubizarreta, obrigando-o a fazer acrobacias para evitar o empate. E, por fim, no drible venenoso de Müller, que deixou o zagueiro espanhol Ferrer tonto antes do passe para Raí completar, meio de peito, meio de barriga, e empatar a partida.

Enquanto o Barcelona procurava atrair o São Paulo com seu toque de bola diabólico, o tricolor "contra-golpeava", sempre perigosamente com Müller, pela esquerda, aproveitando os lançamentos de Cerezo. Numa dessas jogadas, o atacante são-paulino entrou por trás da defesa e encobriu Zubizarreta. O gol só não saiu graças ao corte de Ferrer, já em cima da linha. Era uma partida de duas grandes equipes. Técnicos conscientes, times impecáveis no aproveitamento das chances.

Mas o São Paulo, além de todas essas qualidades, levou para dentro de campo onze grandes guerreiros. Cerezo e Ronaldo entraram na partida sentindo contusões antigas e Palhinha passara a véspera do jogo com 38 graus de febre. Foram três gigantes. Assim como Raí, o ganhador do automóvel Toyota, oferecido pela organização do Mundial ao melhor jogador em campo. Afinal, ele foi também o autor do segundo gol, cobrando uma falta; um tiro certeiro que acertou o ângulo de Zubizarreta, aos 34 minutos do segundo tempo. Nem depois disso o tricolor teve descanso. Enquanto a bola rolou o baile continuou. Aos 39, levou toda a defesa do Barcelona, deu um drible da vaca em Eusébio e cruzou para Müller, mas o atacante passou pela bola. Era apenas mais uma oportunidade de gol que o tricolor perdia.

Por isso já aos 42 minutos do segundo tempo a festa tomou conta das arquibancadas, que cantavam em uníssono o tradicional "tá chegando a hora". Quando o juiz apitou o final da partida, um carnaval legitimamente brasileiro explodiu em Tóquio ao mesmo tempo em que na Av. Paulista os torcedores extravasavam a alegria e o orgulho do Morumbi ser, desde a madrugada de domingo, 13, a novíssima capital mundial do futebol.

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Hugo e Dagoberto voltam de suspensão e ficam novamente à disposição do técnico Muricy Ramalho para o jogo contra o Atlético Mineiro, às 22 horas desta quarta-feira, dia 3, no Mineirão.

As ausências ficam por conta de Hernanes, convocado por Dunga para os jogos contra Chile e Bolívia, pelas Eliminatórias, além de Bosco, com um estiramento na panturrilha direita.

Goleiros
1 - Rogério Ceni
24 - Fabiano

Zagueiros
3 - André Dias
5 - Miranda
13 - Anderson
44 - Rodrigo

Laterais
6 - Júnior
12 - Joilson
16 - Jancarlos

Meio-campistas
7 - Jorge Wagner
18 - Hugo
20 - Richarlyson
23 - Zé Luis
28 - Wellington
38 - Jean

Atacantes
9 - Éder Luis
17 - Borges
19 - André Lima
25 - Dagoberto

Muricy queria liberação de Hernanes, mas entende o momento difícil da seleção

Hernanes foi convocado de última hora para a vaga de Anderson, que está machucado, e desfalca o São Paulo contra o Atlético-MG, nesta quarta-feira, no Mineirão, pelo Brasileiro. O volante vai se preparar com a seleção brasileira a partir desta terça-feira, para os jogos contra Chile e Bolívia, nos dias 7 e 10, pelas eliminatórias para a Copa de 2010. Muricy conta que tentou a liberação do jogador para enfrentar o Galo, mas acha que o momento ruim do Brasil atrapalhou no pedido.

- Conversamos com o Jorginho (auxiliar de Dunga) e explicamos sobre liberar jogador até quarta. A resposta foi que se liberassem o Hernanes teriam que liberar os demais também. Se a situação da seleção fosse melhor teríamos um argumento a mais, mas a equipe está precisando do resultado e talvez ter todos os jogadores no primeiro dia mostre a força do grupo - acredita o treinador são-paulino.

Ao mesmo tempo que está chateado por não ter Hernanes contra o Atlético, Muricy diz que é preciso entender o momento da seleção, que está em quinto lugar nas eliminatórias, com nove pontos. O treinador ressalta ainda o fato de o volante ter retornado dos Jogos Olímpicos abaixo do rendimento esperado.

- O que nos vimos é que ele veio abaixo do que saiu daqui, voltou a ser lento, errou muitos passes. Não pôde treinar esse tipo de fundamento, e agora teria um tempo, mas não estará aqui. A gente sente muito e fica aborrecido por ter sido em cima da hora, mas tem que ver também o momento da seleção, que passa por dificuldades. Seria melhor ter o atleta aqui, mas entendemos e temos que colaborar - completa Muricy.

Semana livre será de trabalho, garante Muricy

O São Paulo enfrenta o Atlético-MG nesta quarta-feira à noite, pela 24ª rodada do Brasileirão, no Mineirão. Desclassificado da Copa Sul-Americana após perder nos pênaltis para o Atlético-PR, o time paulista só voltará a campo no dia 14/9.

Assim, o Tricolor terá dez dias para se preparar para o duelo com o Flamengo, no Morumbi. Tempo livre, descanso para os jogadores? Pelo contrário! O técnico Muricy Ramalho deixou claro que o período será de treinos ainda mais intensos.

- Vamos aumentar a carga de treino, trabalhar mais. Estamos acostumados a fazer isso. Quando temos um tempo livre assim, treinamos muito forte. E é isso que vai acontecer desta vez. Mas é claro que não vamos sobrecarregar ninguém. Exigimos mais daqueles que podem render mais - disse o treinador.

Apesar de viver um momento complicado no Brasileirão - está há dez pontos do líder Grêmio -, Muricy ainda trabalha para conquistar o hexacampeonato brasileiro do São Paulo.

- Matematicamente, temos chance. Mas para conquistar o título não podemos ficar pensando em todos esse pontos possíveis. Precisamos pensar no jogo a jogo. O nosso próximo jogo é o Atletico-MG e nós temos que ganhar. Enquanto tiver chance, temos que brigar.

Hugo esquece rivais e mira vitória

Desfalcado por Hernanes, na Seleção Brasileira que vai disputar duas partidas pelas Eliminatórias, e reforçado por Hugo e Dagoberto, que voltam de suspensão, o São Paulo vai ao Mineirão para enfrentar o Atlético Mineiro buscando dar fim ao jejum de cinco jogos sem vencer fora de casa e continuar sua briga por um lugar no topo da tabela.

Atualmente na quinta posição do campeonato com 10 pontos de desvantagem sobre o líder Grêmio, o elenco tricolor faz questão de enfatizar que o título está em aberto e o time se mantém como forte candidato.

Para o meia Hugo, artilheiro são-paulino no nacional com nove gols, a melhor fórmula para manter o foco na conquista é esquecer os rivais e pensar jogo a jogo.

"Temos que fazer a nossa parte e esquecer o resto. O jogo em questão é contra o Atlético Mineiro e nosso objetivo agora passa a ser vencer este jogo. É a nossa meta de hoje", explica o camisa 18.

Hugo não considera que sua ausência no clássico contra o Santos tenha sido determinante para o empate, assim também como acredita que seu companheiro Hernanes será bem substituído em Belo Horizonte.

"O grupo é muito nivelado e não é porque fiquei de fora que o São Paulo não venceu. Foi circunstância de jogo", minimiza.

Com o seu retorno o time ganha, além de um artilheiro, um armador. Hugo diz estar feliz por voltar à equipe e não traça metas pessoais. Ele quer ajudar o São Paulo a vencer o Atlético Mineiro.

"Penso no coletivo, não no individual. Vou fazer o possível para ajudar meus companheiros a trazer uma vitória de Minas Gerais, seja com gol, passe ou mesmo com dedicação na hora de marcar. O que nos interessa é a vitória", completa o camisa 18, autor de dois gols sobre o Atlético no primeiro turno, quando o Tricolor goleou os mineiros por 5 a 1 no Morumbi.

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